|
...Saúde bucal...

|
|
|
Dr. Fábio Rossi da Cunha - CRO - SP 80123
Aqui você vai encontrar :
Matérias sobre saúde bucal
E se manter informado sobre
como cuidar de seu sorriso.
Muitas Duvidas?
Pergunte ao Dr.
Ele vai ajudar você.
|
|
|
Risodente Lugar de gente feliz
Aqui você conta com a segurança
de profissionais especializados, e
ainda é recebido pela assistente
Bruna Marcela, sempre com esse
sorriso estampado .
|
|

Doença Bucal X Doença Sistêmica
Infecções Periodontais e Doença Cardiovascular
Existe uma associação entre doença periodontal e doença cardiovascular (DCV), mas não se sabe se essa associação é causal. A determinação da causalidade é confundida pelo fato de a doença periodontal e a DCV compartilharem múltiplos fatores de risco, sendo eles idade avançada, sexo masculino, tabagismo, diabetes e baixa condição sócio-econômica. Em estudos que controlaram esses fatores de risco, uma associação positiva foi mais consistentemente relatada entre doença periodontal e DCV. Mostrou-se de maneira consistente que essa relação é mais forte para resultados clínicos de derrame do
que para doença cardíaca coronariana (DCC). Estudos identificando a presença de doença periodontal antes de DCV esclareceram a temporalidade da associação.
Diversos estudos mostraram que níveis elevados de anticorpos sistêmicos para patógenos periodontais selecionados estão associados com prevalência aumentada de DCV. Três estudos mostraram que o tratamento periodontal está associado com medições melhoradas da inflamação sistêmica e DCV subclínica. Um estudo em camundongos demonstrou desenvolvimento aterosclerótico acelerado seguindo inoculação intravenosa com P. gingivalis.
Doença Periodontal e Diabetes
Diabetes é um fator de risco para gengivite e periodontite. Numerosos estudos foram também realizados para avaliar os efeitos da doença periodontal no controle glicêmico. Alguns estudos relataram uma melhora significativa no controle glicêmico após tratamento da doença periodontal; outros não. Um alto grau de variabilidade na resposta glicêmica do paciente diabético às terapias periodontais foi relatado.
Pensa-se que o diabetes e a doença periodontal exacerbam um ao outro; portanto, eles precisam ser controlados simultaneamente. A função das células envolvidas na resposta imunoinflamatória às bactérias podem estar alterada nos diabéticos, resultando em uma resposta imune heterogênea. As funções quimiotáticas e fagocitárias podem estar comprometidas, enquanto outros componentes, como a liberação de citocinas pró-inflamatórias, podem estar aumentadas. A inflamação sistêmica aumenta a resistência à insulina. A inflamação periodontal crônica tem o potencial de aumentar a resistência
à insulina, assim piorando o controle glicêmico. Ademais, o acúmulo de produtos finais da glicolização não enzimática (AGES), tipicamente observada em pacientes com diabetes, tem o potencial de aumentar a intensidade da resposta imunoinflamatória aos
patógenos periodontais.
Má Higiene Bucal e Pneumonia
Duas amplas categorias de pneumonia foram descritas, cada qual com uma etiologia microbiana distinta. A pneumonia adquirida na comunidade afeta indivíduos não institucionalizados, e a pneumonia nosocomial é observada em pacientes que estão institucionalizados. A pneumonia por aspiração, que ocorre tipicamente após a aspiração de conteúdos bucais para o pulmão, pode ocorrer tanto no ambiente institucional como na comunidade.
Entre as infecções nosocomiais, a pneumonia associada ao ventilador (VAP) é a principal causa de morte. Para a VAP ocorrer, os patógenos devem ser aspirados para as vias respiratórias inferiores. O biofilme nas superfícies dos dentes ou dentaduras pode se tornar colonizado por patógenos respiratórios, um processo que pode ser estimulado pela má higiene bucal. Se as bactérias causadoras da pneumonia colonizarem o tubo endotraqueal, o tubo infectado poderá servir como um ducto para o pulmão, facilitando a infecção. Mostrou-se que as bactérias conhecidamente causadoras de pneumonia são prevalentes na placa dental de pacientes tratados na unidade de tratamento intensivo, e raramente observadas em sujeitos de controle. Ter placa colonizada por patógenos bucais é indicativo de desenvolvimento de pneumonia subseqüente. Além disso, uma correlação foi estabelecida entre colonização de patógeno respiratório e exposição a antibiótico. Acredita-se que os antibióticos diminuam a abundância da flora comensal que compete com patógenos para colonização das superfícies duras da boca. A comprovação para o papel dos patógenos bucais no desenvolvimento da infecção respiratória vem de experimentos envolvendo sujeitos internados em uma unidade de tratamento intensivo pós-cirúrgico. Esses experimentos mostraram que o uso de um enxaguatório bucal antimicrobiano e a higiene bucal melhorada diminuíam a incidência de pneumonia em até 60% em comparação com os controles. A evidência de que a má higiene bucal e a colonização bucal por patógenos respiratórios contribui com infecções respiratórias possíveis papéis da doença periodontal e da má higiene bucal no desenvolvimento de pneumonia adquirida na comunidade ainda precisam ser elucidados vem primariamente de estudos de pneumonia nosocomial; os possíveis papéis da doença periodontal e da má higiene bucal no desenvolvimento de pneumonia adquirida na comunidade ainda precisam ser elucidados.
Esta caixa de mensagem é sua
aqui você vai poder mater contato
Tirar duvidas, seja bem vindo!
|
|
|
A Limpeza Diaria dos dentes
è revertida em saúde
Não descuide, esteja sempre
atento.
Doença Periodontal e Complicações da Gravidez
A gengivite e a periodontite maternas podem ser um fator de risco para o nascimento prematuro e outros resultados adversos da gravidez . Bebês prematuros apresentam risco aumentado de mortalidade perinatal; aqueles que sobrevivem ao período neonatal apresentam risco maior de problemas de desenvolvimento neurológico, respiratórios, comportamentais, metabólicos e cardiovasculares. A falta de higiene bucal adequada pode levar ao acúmulo de bactérias periodontais na forma de biofilme bacteriano. Bactérias e seus fatores de virulência podem entrar na corrente sangüínea e desencadear respostas inflamatórias sistêmicas. Teorizou-se que bactérias e mediadores inflamatórios provenientes da periodontite poderiam localizar-se na unidade feto placentária e exercer um efeito negativo. Para comprovar essa teoria, estudos com roedores mostraram que a doença periodontal induzida leva a fetos menores. A maioria dos estudos epidemiológicos de doença periodontal e resultados adversos da gravidez mostra uma associação entre doença periodontal e complicações da gravidez. Estudos
de corte demonstraram que a doença periodontal precede as complicações da gravidez, um achado que é consistente com, mas não prova, a causalidade. A exposição fetal às bactérias bucais da mãe, conforme determinado pela presença da resposta de IgM fetal aos patógenos periodontais, resulta em um risco relativo maior de nascimento prematuro. Pensa-se que uma resposta inflamatória localizada na interface feto placentária possa causar destruição tecidual e, por fim, prejudicar o desenvolvimento fetal.
Nascimento Prematuro e Microbiota Bucal: Existe uma Ligação?
Baixo peso ao nascimento, definido como peso inferior a 2.500g, continua a ser uma questão de Saúde Pública importante tanto nos países desenvolvidos como nos subdesenvolvidos. Essa complicação obstétrica é geralmente resultado de trabalho de parto prematuro, onde a idade gestacional é inferior a 37 semanas. Esses bebês prematuros de baixo peso ao nascimento (PBPN) apresentam risco significativo de desenvolver problemas de saúde sérios e duradouros. Desde o início da década de 90, diversos estudos demonstram uma correlação positiva entre infecções periodontais em mulheres grávidas e bebês PBPN. A primeira investigação foi um estudo caso controle realizado por Offenbacher et al. com 93 mães de bebês PBPN, que usou o nível de inserção clínica como medida de saúde periodontal. Modelos de regressão logística multivariada, controlando outros fatores de risco e covariantes (uso de tabaco e drogas, consumo de álcool, nível de cuidado pré-natal, paridade, infecções geniturinárias e nutrição), demonstraram uma correlação estatisticamente significante entre doença periodontal e parto PBPN. Após ajustar todos os outros fatores de risco, os autores determinaram que mães com infecção periodontal apresentavam sete vezes mais risco de dar à luz um bebê PBPN. Qual é o mecanismo biológico para a correlação observada entre infecções periodontais e PBPN? A hipótese é que patógenos periodontais possam se deslocar para o útero através de uma via sangüínea, onde iniciam uma resposta inflamatória que pode induzir contrações uterinas prematuras. Em relação a quais bactérias seriam responsáveis por esse efeito, o Fusobacterium nucleatum, um patógeno bucal comum, foi a espécie mais freqüentemente isolada de culturas de líquido amniótico entre mulheres que deram à luz um bebê PBPN3. Entretanto, uma rota sangüínea de deslocamento das bactérias bucais para a unidade feto-placentária não foi claramente demonstrada, e sua presença no útero pode se dever a contato orogenital com um parceiro infectado. Um outro possível mecanismo é que as bactérias bucais propriamente não se desloquem até o útero, mas sim os produtos por ela produzidos, como as endotoxinas (especificamente lipopolissacarídeos [LPS] e mediadores da inflamação (como as interleucinas [IL-1, IL-6] e fator de necrose tumoral [TNF-α), por meio da circulação, resultando em resposta inflamatória e contrações prematuras. Níveis elevados de LPS, IL-1, IL-6 e TNF-α foram medidos no líquido amniótico em casos de PBPN e mostrou-se que esses compostos estimulam a produção de prostaglandinas pró-inflamatórias pela placenta e corioâmnion4-8. A correlação positiva entre PBPN e infecções periodontais em mulheres grávidas não é a única ligação entre nascimento prematuro e microbiota bucal.
Em 2001, Wan et al. Investigaram se bebês prematuros, devido a sua relativa imaturidade, seriam mais suscetíveis à colonização precoce de Streptococcus mutans. Os resultados do estudo não comprovaram a hipótese levantada, já que 60% das crianças levadas a termo e 50% das crianças prematuras de seis meses de idade estavam infectadas com Streptococcus mutans.
Dr. Fábio Rossi da Cunha


A Risodente deseja a todos os aniversariantes do dia
MUITAS FELICIDADES!!
|
|
|
Comunicado
Comunicamos os internautas, que só
serão respondidas, as perguntas
acompanhadas do end de email
Nosso formulário tem esse campo, e esperamos
a colaboração de todos os interessados em fazer perguntas.
Deixando claro que , é com maior carinho que
respondamos todas as perguntas. Continuem participando, espero
estar colaborando para alguns esclarecimentos.
Nosso muito obrigado a todos.
|
|
|
Dr. Fábio Rossi da Cunha
Risodente: ( 15) 32396704
Tem duvidas?
Pergunte ao Dr.Fábio
E-mail :
drfabiorossidacunha@vitrinesorocaba.com
Respostas das duvidas enviadas por e-mail
mensagem = Parabéns jovem colega
Pela iniciativa em estar prestando esclarecimentos. Prezo ver um profissional tão jovem, já com uma bagagem de sabedoria tão aprimorada. Isto mostra que nossa classe ainda não se perdeu, mostra que ainda se faz profissionais de peso como você. Tiro meu chapéu pra ti.
Resposta: Obrigado Caro Colega Elias Neto, pelas palavarsa de incentivo, embora não o conheça pessoalmente ,recebo com grande satisfação a mensagem que me enviou. Essas palavras só vem engrandecer e fortalecer ainda mais meu propósito.Grato
Bom dia, gostaria de parabenizar pela matéria. Foi de grande valia para nós, continue escrevendo,pois somos leitores dessa coluna.Penso que essa é uma maneira muito pratica de levar informação a população, parabens mesmo.
Resposta: Obrigado Sr. Mauro, por ter lido minha matéria, meu propósito é justamente esse levar informação as pessoas principalmente da minha área que muitas vezes as pessoas se preocupam com a estética e se esquecem da importância que a boca saudável tem no restante do corpo. indique a coluna para seus amigos, quando precisar entre em contato, um grande abraço
Pergunta: Dr,tenho diabetes, posso fazer tratamento de canal?
obrigada, aguardo resposta Resposta: Olá Helena, sua pergunta foi ótima parabéns, a doença
Diabete Mellitus, realmente para que a possui se torna um grande
fantasma, mas não é bem assim no caso de um tratamento
odontológico é possível sim ser realizado desde que essa diabete
esteja compensada (controlada) com níveis de glicemia adequados
para realizar o tratamento, verifique seus últimos exames caso
esteja alta, primeiro vai tratar a diabete depois o dente, mas se tiver tudo bem pode ficar tranqüila, a pessoa pode ter diabete,
morrer com a diabete mas não necessariamente morrer de Diabete,
por isso vá em frente. Um Abraço.
Pergunta:Olá Dr, bom dia tenho 62 anos, uso dentdura e gostaria de saber se é possivel
fazem implante na minha idade, obrigada pela atenção, agurdo sua resposta. Rosimeire
esposta:
como vai Rosemeire, tudo bem, em relação a sua pergunta é possíve
l sim realizar implante em pacientes com a sua faixa etária de idade, porém
nós dependemos de osso suficiente para poder realizar tal procedimento,
osso em altura e espessura, teremos que avaliar seu caso individualmente
mas havendo possibilidade osséa, haverá condições sim, um abraço.
Pergunta; Olá Dr, gostaria de saber se é verdade que, escovar os dentes com bicabornato de sódio, deixa os dentes mais brancos?
Resposta:
Olá, leitora Ana Regina, realmente escovar os dentes com bicarbonato de sódio deixa os dentes mais brancos, porém ele é um abrasivo que desgaste a superfície dos dentes, eu não recomendo o uso de tal produto, as pastas que estão no mercado contendo bicarbonato vem com uma dose suficente para não causar danos a estrutura dental, mas o excesso de uso desse tipo pasta pode ocasionar o desgaste, por isso eu recomendo que procure um Cirurgião-Dentista para que ele possa recomendar o melhor creme dental. Tudo de Bom.
|
|
|
|
|
|
|